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Banner Oratorio santa bakhita

A Comunidade Católica Passio Domini realiza o trabalho social através do Oratório Santa Bakhita, com o objetivo de proporcionar as crianças e aos adolescentes o acesso, o direito e o resgate de sua dignidade. As atividades oferecidas no oratório são:

1. Capoeira (Projeto Capoeira sem Fronteiras) Aulas todos os domingos as 10h
2. Educação Física
3. Atividades Lúdicas (Brinquedoteca)
4. Atendimento Social
5. Reforço Escolar
6. Alimentação
7. Atendimento Psicológico

 

O público alvo são crianças e adolescentes, na faixa etária de 03 a 16 anos de idade, de ambos os sexos, que frequentam o espaço do oratório aos sábados (14h - 17h) e durante a semana as terças (09h - 17h) e as quintas (14h - 17h), chegando ao número de atendimento de aproximadamente 120 crianças semanais.


O oratório é mantido através de doações e pequenas iniciativas. Seja um benfeitor e ajude a manter o Oratório.

Venha nos conhecer: Rua Geraldo de Lima, 31438, Bairro Vila Sonia – Praia Grande

Contato: Ana Paula S. Rocha 13 99704-2626

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História da vida de Santa Bakhita

00Santa irmã morena, como era conhecida, nasceu no Sudão, em 1869. Santa Josefina, como muitos naquele tempo, viveu a dureza da escravidão. Bakhita, que significa “afortunada”, não foi o nome dado a ela pelos pais, mas por uma das pessoas que, certa vez, a comprou.

Por intermédio de um cônsul italiano que a comprou, ela foi entregue a uma família amiga de Veneza. Ali, ela tornou-se amiga e também babá da filha mais nova deles que estava nascendo.

Em meio aos sofrimentos e a uma memória toda marcada pela dor e pelos medos, ela foi visitada pelo amor de Deus. Porque essa família de Veneza teve de voltar para a África, em vista de negócios, tanto a filha pequena quanto a babá foram entregues aos cuidados de irmãs religiosas de Santa Madalena de Canossa. Ali, Santa Bakhita conheceu o Evangelho; conhecendo a pessoa de Jesus, foi se apaixonando cada vez mais por Ele.

Com 21 anos, recebeu a graça do sacramento do batismo. Livremente, ela O acolheu e foi crescendo na vida de oração, experimentando o amor de Deus e se abrindo à ação do Espírito Santo.

Quando aqueles amigos voltaram para pegar Bakhita e a criança, foi o momento em que ela expressou o seu desejo de permanecer no local, porque queria ser religiosa. Passado o tempo de formação, recebeu a graça de ser acolhida como religiosa. Isso foi sinal de Deus para as irmãs e para o povo que rodeava aquela região.

Santa Josefina Bakhita, sempre com o sorriso nos lábios, foi uma mulher de trabalho. Exerceu várias atividades na congregação. Como porteira e bordadeira, ela serviu a Deus por intermédio dos irmãos. Carinhosamente, ela chamava a Deus como seu patrão, “o meu Patrão”, ela dizia.

Conhecida por muitos pela alegria e pela paz que comunicava, ela, com o passar dos anos, foi acometida por uma grave enfermidade. Sofreu por muito tempo, mas na sua devoção a Santíssima Virgem, na sua vida de oração, sacramental, de entrega total ao Senhor, ela pôde se deixar trabalhar por Deus, seu verdadeiro libertador. Ela partiu para a glória e foi canonizada pelo Papa João Paulo II no ano 2000.
Santa Bakhita, rogai por nós!

 

 

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