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Campanha do Mês de Outubro
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Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama o que dá com alegria. (2 Cor 9, 7)

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Pastoreio Jovem

Você já conhece o nosso projeto para a juventude? É o Pastoreio Jovem!

Esse acompanhamento é pra você que quer um “suporte” na sua caminhada espiritual, pra quem já caminha com Deus e claro, pra quem quer começar a caminhar.  Por que andar sozinho? Os jovens da Passio Domini querem acompanhar você!

Entre em contato conosco pelo telefone: (13) 99703-4377.

Obs: a partir dos 12 anos de idade. Aberto para Baixada Santista e também para outras cidades e estados.

Esperamos por você!

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#GritoJovem

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  1. Em que lugar nós estamos no processo da evangelização?

A Kononia é uma espiritualidade do amor incondicional ofertada ao mundo, uma forma de viver Jesus, o Amor Incondicional.

  1. Somos uma espiritualidade para o mundo

O mundo sofre com a ausência de Deus.

  1. Levar as pessoas a perseverança, um caminho até o céu

Existe um ideal:

Ser transformado para amar incondicionalmente, mesmo que os outros não mudem

  1. Através da dinâmica dos passos da Samaritana:
  • Encontro
  • História
  • Metanóia
  • Testemunho
  1. Construído numa estrutura de reunião semanal que viva:
  • O cultiva da oração e intimidade com Deus
  • A vivência fraterna
  • A apostolicidade na paróquia e no mundo

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Maiores Informações: 13 97414-5258 (Adriana)

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Palavra do Fundador

Diác. Luiz Santana (Luizinho)

Fundador e Moderador Com. Católica Passio Domini

“Cremos num Deus Palavra que se revela”

Amados de Deus, estamos iniciando o mês de setembro e, ao pensar no que escrever para vocês no mês dedicado a Bíblia, vem ao meu coração a Exortação Apostólica Verbum Domini, escrita pelo Papa Emérito Bento XVI, no ano de 2010, principalmente nos seus parágrafos 25 e 26, sobre a Palavra de Deus e a fé e o Pecado como não escuta da Palavra de Deus. 

A fé católica se sustenta num tripé fundamental, no qual somos alicerçados, nutrimos nossa fé e nossa razão, são elas a Tradição, o Magistério e a Sagrada Escritura. De modo especial, por se tratar no mês da Bíblia, da Palavra de Deus, nos dispusemos a refletir e meditar nesse mistério de amor, de um Deus que se revela e se dá a conhecer por amor à Humanidade.

Como devemos nos relacionar com a Palavra de Deus?

A Deus que Se revela é devida “a obediência da fé” (Rm 16, 26; cf. Rm 1, 5; 2 Cor 10, 5-6); pela fé, o homem entrega-se total e livremente a Deus oferecendo a Deus revelador “o obséquio pleno da inteligência e da vontade” e prestando voluntário assentimento à sua revelação». Com estas palavras, a Constituição dogmática Dei Verbum exprimiu de modo claro a atitude do homem diante de Deus. A resposta própria do homem a Deus, que fala, é a fé. Isto coloca em evidência que, «para acolher a Revelação, o homem deve abrir a mente e o coração à ação do Espírito Santo que lhe faz compreender a Palavra de Deus presente nas Sagradas Escrituras». (V.D., 2010, §25).

Compreendemos, pelo ensinamento do Papa Emérito na Exortação Apostólica, que a obediência da fé, a entrega, a abertura da mente são condições necessárias para uma profunda, íntima e frutuosa relação com a Palavra de Deus que nos conduzirá a experiência da salvação em Cristo Jesus. Relacionar-se com a Palavra é relacionar-se com Deus, com Jesus o Verbo encarnado (Cf. João1,1; 14). Precisamos dar consentimento a Palavra de Deus, livre acesso a ela, aceitando-a como ela é, sem adaptações às nossas vontades.

Essa Palavra tem o poder de percorrer a nossa história de vida, de nos libertar das cadeias que ainda nos escravizam a más condutas, produzindo em nós consciências que promovem conversões que alimentam nossa fé. Como disse São Paulo na carta aos Romanos: “A fé vem da pregação, e a pregação pela palavra de Cristo” (Romanos 10, 17).

É uma Palavra viva, pois não consiste apenas em letras e sim em Deus que se dá a ler, conhecer, o que difere de desvendar e, ao mesmo tempo, nos concede a graça de crescer em sua compreensão, principalmente sobre o Reino dos céus, a obra de salvação que consiste em aceitar a Jesus como seu único Senhor e Salvador.

E quando não aceitamos essa Palavra como a verdade para nossas vidas?

Bento XVI irá afirmar que:

A Palavra de Deus revela inevitavelmente também a dramática possibilidade que tem a liberdade do homem de subtrair-se a este diálogo de aliança com Deus, para o qual fomos criados. De facto, a Palavra divina desvenda também o pecado que habita no coração do homem. Muitas vezes encontramos, tanto no Antigo como no Novo Testamento, a descrição do pecado como não escuta da Palavra, como ruptura da Aliança e, consequentemente, como fechar-se a Deus que chama à comunhão com Ele. Com efeito, a Sagrada Escritura mostra-nos como o pecado do homem é essencialmente desobediência e «não escuta». Precisamente a obediência radical de Jesus até à morte de Cruz (cf. Fl 2, 8) desmascara totalmente este pecado (V.D., 2010, §26).

É a partir dessa triste constatação, do mal uso da liberdade, que rejeita a Palavra divina como verdade e bússola para vida, que compreendemos por que muitas pessoas não avançam na vida espiritual, por que desejam desistir do Amor, por que giram em torno de suas vidas. Falta obediência a Palavra, pois é nessa que se “desmascara”, como diz a citação, o pecado.

Na obediência a Palavra de Deus vivemos uma vida de reconciliação com os planos e desígnios de Deus para nossas vidas, experimentamos de sua misericórdia, do seu acolhimento e cura de nossas dores mais profundas. 

Nessa Palavra de Vida encontramos o Caminho, a Verdade e a Vida (Cf. João 14,6), que não são propostas ideológicas e sim uma pessoa, Jesus Cristo, a partir daí descobrimos que por Ele somos sustentados e santificados.

Diácono Luizinho 

Fundador e Moderador Geral

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Na Rua Jarumas, 376 – Vila Tupi 
Praia Grande SP 11.703-550

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